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Zidane calou a boca dos críticos

Zinédine Yazid Zidane conseguiu aquilo que parecia impossível. Ao assumir o Real Madrid no meio da temporada, depois da catastrófica passagem de Rafa Benítez, muita gente duvidou do que o francês seria capaz. Agora, com o time classificado para a final da Champions League, independentemente do resultado do confronto em Milão, o ídolo cala a boca de todos e mostra que este é apenas o começo de um longo e vitorioso casamento. Estamos na final!!

A semifinal contra o City ganhou contornos épicos. Depois de um primeiro jogo morno, com o time desfalcado do seu principalis jogador, Cristiano Ronaldo, e com Benzema no sacrifício e que deixou a partida no intervalo, o jogo de volta, no Santiago Bernabéu, seria uma guerra de nervos, mas com uma boa vantagem merengue se fosse a campo com força total. Cristiano se recuperou, Benzema, não. E, de última hora, Casemiro, que está em uma fase excepcional, também foi para a lista de desfalques.

Ou seja: mais uma vez Zidane teria de improvisar e mexer em time que estava ganhando. E é nessas horas que vemos quando um treinador tem qualidade. Com Jesé centralizado no ataque e Isco no lugar deCasemiro, o Real Madrid foi a campo ciente do que precisava fazer.  Bale, desde o começo, corria, se apresentava e dava opções de jogadas perigosas no ataque, até que foi presentado com o gol que mais tarde daria a classificação, ainda aos 19 minutos do primeiro tempo. Pouco depois ainda haveria um gol anulado, marcado por Sergio Ramos, em jogada polêmica, mas onde realmente havia impedimento.

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A fase do galês é excelente

Zidane, então, percebendo que Marcelo estava com algumas dificuldades na marcação de Jesús Navas, orientou Isco a colar ali no lado esquerdo para auxiliar o brasileiro. Pronto, Navas pouco fez depois da mudança. Dali em diante, Modric e Kroos passaram a se destacar e ter mais liberdade, da mesma forma que ocorre quando Casemiro está em campo. Ponto para Zizou, que conseguiu trocar peças e manter o esquema que vem dando certo. O croata, aliás, foi um leão em campo, tanto defensiva como ofensivamente, ditando o ritmo do meio campo merengue, protegendo a defesa e chegando com perigo ao ataque, tendo quase ampliado o marcador no começo do segundo tempo.

Enorme! Um monstro em campo!
Enorme! Um monstro em campo!

Cristiano Ronaldo, que claramente ainda não está com 100% de sua capacidade física, viu no jogo uma forma excelente de se preservar e, ainda assim, oferecer perigo. Como o City pouco criava e o Real Madrid comanvada as ações, Cristiano tinha liberdade de chegar em bolas boas, que obrigaram Hart e fazer defesas providenciais. No segundo tempo, com a entrada de Lucas Vázquez e mais uma mudança providencial de Zidane, que deixou o português um poucos mais centralizado e alternando com o atacante espanhol que acabara de entrar, o rendimento de Cristiano foi ainda melhor e o perigo para os citizensaumentou. E não se limitou a isso, ajudando na marcação perto do fim do confronto e ocupando espaços que criaram problemas para a criação do City.

Manuel Pellegrini, mais uma vez, armou seu time de forma covarde. Durante todo o jogo, parecia que apenas o Real Madrid precisava fazer gols e que o City estaria classificado assim que terminassem os 90 minutos. Agüero ficou isolado no ataque e apenas perto da metade do segundo tempo o chileno mandouSterling e Iheanacho. Não adiantou. apesar da pressão e do desespero no fim da partida (e duas boas chances), a lógica se fez presente e o maior time saiu vencedor. Como foi dito aqui – e criticado por alguns – no Santiago Bernabéu, o Manchester City não teve forças para fazer nada. Nada! Rigorosamente nada!

Mesmo voltando de lesão, Cristiano fez um partidaço
Mesmo voltando de lesão, Cristiano fez um partidaço

Eu, até agora, estou tremendo e precisando de doses cavalares de cafeína para me acalmar. Mas o que importa é que estamos a um jogo da Undécima. Não será fácil, o rival é mais do que conhecido, mas o que importa, agora, é que chegamos lá. Graças a entrega e empenho dos jogadores, mas, sobretudo, graças aZidane. Obrigado, gênio.

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