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O que fizeram com a Seleção Brasileira?

Antes considerado um salvador da pátria, agora Tite não tem tido prestígio com os brasileiros

Se no dia 07 de julho de 2019 Tite conquistava um importante título da Copa América após vencer o Peru por 3 a 1 em pleno Maracanã, atualmente a moral do técnico não anda lá muito alta.

Depois de uma Copa América esvaziada e sem muito interesse por parte dos brasileiros, o título podia ser a redenção de uma Seleção que carece de identificação com o seu torcedor.

No entanto, o cenário é totalmente diferente, e isso é culpa da CBF!

Se pegarmos os últimos quatro jogos do Brasil pós Copa América, entendemos porque a Seleção já não é mais amada e motivo de orgulho.

Afinal, são três empates, para Colômbia, Senegal e Nigéria, e uma derrota para o Peru.

O mais curioso é que uma Seleção que se baseava em sofrer poucos gols, sofreu ao menos um gol em todos os quatro jogos.

Além disso, os quatro gols que o Brasil fez foram marcados pelo volante Casemiro (2x), Neymar Jr. e Roberto Firmino.

Esse é um número muito baixo para uma Seleção com tantos brasucas atuando nos principais campeonatos do mundo.

Com isso, a Seleção Brasileira já se vê em crise e busca soluções para resolver o problema logo.

Pitch International

Empresa que administra amistosos da Seleção parece só se preocupar em ganhar dinheiro

Outro fator que tem irritado muito o torcedor brasileiro são partidas em horários alternativos e em lugares aleatórios.

Parece até brincadeira, mas a Seleção Brasileira está parecendo o Ronaldinho em suas aparições em lugares inusitados.

Para se ter ideia, os quatro últimos jogos da Seleção foram nos Estados Unidos (Miami e Los Angeles), em estádios usados para futebol americano e beisebol, e em Cingapura, do outro lado do mundo.

E todos esses problemas tem sido causados pela Pitch International, já que é ela a responsável por marcar os amistosos da Seleção e escolher local e horário da realização.

No entanto, se engana quem acha que a empresa tem contrato há pouco tempo com a Seleção Brasileira.

A Pitch International está desde 2006 no comando dos amistosos do Brasil, e teve seu contrato renovado até 2022.

Quem contratou a empresa e renovou seu contrato foi Ricardo Teixeira, acusado de corrupção em vários países pelo mundo.

Quem quer assistir a um jogo do Brasil?

Brasil pós Copa América é marcado por amistosos fracos e sem brilho

Além de escolher lugares aleatórios, a Pitch International tem ido cada vez mais longe na questão dos horários.

Usando como exemplo os últimos quatro jogos, as partidas ocorreram, no horário de Brasília: 9 e meia da noite de sexta-feira contra a Colômbia, meia noite de quarta-feira contra o Peru, 9 da manhã de uma quarta-feira contra Senegal e 9 da manhã de domingo contra a Nigéria.

Ou seja, todos horários alternativos e até inconvenientes para que os milhões de brasileiros pudessem assistir à Seleção Brasileira.

O resultado? Cada vez mais observamos menor identificação do brasileiro com a Seleção, criando até um sentimento de apatia e de raiva de Tite e de seus comandados.

Afinal, ficar até 2 da manhã na madrugada de quarta para quinta-feira para ver o Brasil perder do Peru é de fato inaceitável!

E sobre a empresa, Tite perdeu a paciência com ela após jogos em Singapura em que os jogadores sequer puderam treinar no campo de jogo antes da bola rolar.

” O que mais me deixou chateado foi a falta de respeito da Pitch com a Seleção Brasileira e a de Senegal também por não trabalharmos no campo de jogo. Isso me deixou descontente. Atletas de alto nível merecem respeito maior, a oportunidade de treinar no campo de jogo. O campo que treinamos não é o ideal, não nos atende”

Futebol Brasileiro: de solução a sei lá o que

Considerado um dos campeonatos mais difíceis do mundo, o Brasileirão está lotado de craques

É inegável que o futebol brasileiro passa por um momento espetacular.

Equipes como Flamengo, Palmeiras, Santos, Grêmio, Internacional, Athletico-PR, São Paulo tem estado bem financeiramente e também em campo, seja desenvolvendo ou contratando craques nacionais e mundiais para a disputa das competições brasileiras e sul-americanas.

Além disso, o modelo de gestão de alguns desses clubes permitiram que contratações bombásticas fossem feitas, de modo a potencializar o Campeonato Brasileiro.

Com isso, as atenções da Seleção Brasileira também se voltaram para os clubes do Brasil, já que tem muitos bons jogadores por aqui, alguns em idade baixa e com muito potencial.

Se durante alguns anos a Seleção Brasileira foi tida como “Europeia”, já que grande parte dos convocados atuavam na Europa e também na Ásia, esse movimento dos clubes nacionais fez com que se criasse uma opção de resgate do futebol brasileiro praticado no Brasil.

E atento a esse movimento, Tite e CBF passaram a observar com atenção um número maior de atletas que pudessem integrar a Seleção Brasileira.

Com isso, naturalmente mais jogadores começaram a receber oportunidades na Seleção Brasileira.

Clubes x CBF e Tite

Após convocações polêmicas, Tite cria um problemão entre clubes e CBF

Entretanto, por conta de um calendário muito mal organizado, as datas FIFA pós Copa América vieram a bater com datas de importantes jogos dos principais campeonatos brasileiros e sul-americanos.

Por conta disso, o próprio Tite fez quase que um acordo inicialmente de convocar no máximo um de cada time.

O objetivo era não causar um prejuízo grande às equipes que perderiam seus atletas.

No entanto, já na primeira convocação Tite deixou claro que amistosos para ele não servem para teste.

Com isso, apesar de ter convocado jogadores brasileiros, poucos deles de fato puderam mostrar o que sabem nos amistosos.

Na primeira convocação foram 6 jogadores:

Ivan (Ponte Preta- Série B), Weverton (Palmeiras), Daniel Alves (São Paulo), Fagner (Corinthians), Jorge (Santos) e Bruno Henrique (Flamengo).

Desses, Daniel Alves e Fagner foram titulares em um jogo, Bruno Henrique entrou nas duas partidas e jogou menos de 20 minutos somando os dois jogos, e os outros sequer entraram em campo.

Já na segunda convocação, foram 8 jogadores:

Santos (Athletico-PR),Weverton (Palmeiras), Daniel Alves (São Paulo), Marcinho (Botafogo), Rodrigo Caio (Flamengo), Matheus Henrique (Grêmio), Everton Cebolinha (Grêmio) e Gabigol (Flamengo).

Desses, Daniel Alves foi o único titular nas duas partidas, Everton Cebolinha foi titular em um jogo e entrou no outro, Matheus Henrique e Gabigol atuaram menos de um tempo cada, e os outros sequer entraram em campo com a camisa canarinho.

Além disso, Tite manteve a base da Copa América e foi muito criticado por fazer poucos testes e ainda assim não conseguir vencer jogos teoricamente tranquilos.

CBF cada vez mais desmoralizada

Contestações a toda rodada sobre o VAR revelam conflito entre a CBF e os clubes brasileiros

Com isso, criou discussões entre jornalistas, clubes e CBF, já que ao levar um jogador apenas para “viajar” enquanto as equipes precisavam desses atletas em momentos decisivos do calendário brasileiro, a CBF revela amadorismo, falta de planejamento e falta de diálogo com seu treinador.

Além disso, Tite descumpriu seu “trato” inicialmente feito com os clubes de levar só um por time.

Um terceiro problema é que além de irritar os clubes, irrita também os torcedores, que cada vez mais se afastam da Seleção Brasileira.

E esses atritos entre clubes e CBF acabam respigando em outras coisas.

Como a CBF também administra os campeonatos nacionais, a bronca dos clubes também passa por campeonatos de base e arbitragem de jogos.

Flamengo x CBF

Após arbitragem polêmica entre Flamengo e Athletico-PR, Reinier foi “desconvocado” do Mundial Sub-17 pelo Flamengo

E como exemplo dessa queda de braços entre clubes e CBF está o Flamengo, que na última partida do Brasileirão contra o Athletico-PR se sentiu muito prejudicado em lances envolvendo arbitragem e o VAR.

Com isso, afirmou que não liberaria mais o atleta Reinier para o Mundial Sub-17, obrigando a CBF a convocar outro jogador às pressas.

Apesar de soar estranho, como não é data FIFA, nenhum clube tem como obrigação liberar seus jogadores.

E como a competição vai rolar entre os meses de outubro e novembro, o Flamengo optou por não liberar Reinier.

Vale lembrar que o atleta era peça-chave da Seleção Sub-17, sendo inclusive o camisa 10.

Entretanto, essa recusa por parte do Flamengo mostra como estão estremecidas as relações entre clubes e CBF.

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